Uma rajada de vento varreu a zona rural verdejante, sem poupar a pequena fazenda onde Emma e Alex viviam com seus pais. As nuvens se perseguiam furiosamente pelo céu, e as árvores, como se dançassem ao ritmo de um maestro invisível, balançavam sob o ataque do vento de todas as direções. O vento era tão forte que até os fardos de palha voando pelo ar pareciam penas.
Emma e Alex, a pedido de sua mãe, correram para o jardim para recolher a roupa que estava secando antes que o vento e a chuva que se aproximava a molhassem. Enquanto pegavam a roupa na cesta, uma rajada repentina de vento soprou o chapéu de Emma da sua cabeça.

O chapéu, como se tivesse vontade própria, deslizou sobre a cerca e pousou diretamente na cabeça de Leo, o fiel cão da família, que descansava na casinha. Leo, espiando por baixo do chapéu, parecia visivelmente confuso, mas as gargalhadas de Emma e Alex o animaram rapidamente.
"Eu nunca te vi tão engraçado!" Emma riu, e Leo, ainda com o chapéu na cabeça, abanou o rabo felizmente.

No entanto, a fúria da tempestade não diminuiu, e de repente o silêncio foi quebrado por ruídos inesperados: eles ouviram um barulho e um rangido vindo do jardim.
Então a porta se abriu de repente e seu pai entrou na cozinha, com o rosto cheio de preocupação.
"A tempestade derrubou tudo no jardim, até mesmo todos os vasos de flores!" ele anunciou, ofegante.

"Tudo bem, só temos que plantá-las novamente", respondeu sua mãe com alívio, dando à família uma nova esperança.
Quando a tempestade finalmente diminuiu, a paz e a tranquilidade voltaram à fazenda.

A família saiu junta para o jardim para inspecionar os danos causados pela tempestade. Eles tiveram que cortar galhos quebrados, levantar vasos de flores caídos e recolher brinquedos espalhados. No entanto, eles conversavam e cantavam alegremente enquanto trabalhavam, e sentiam que a força da família os ajudava a superar as dificuldades.
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